A ansiedade caracteriza-se por um sentimento vago de medo, gerando tensão ou desconforto pela antecipação de perigo ou do desconhecido.

As crianças, especialmente as menores, podem não reconhecer seus medos como exagerados ou irracionais, o que dificulta sua percepção e diferenciação entre os medos normais e os patológicos.

Muitos ainda acreditam que os medos e preocupações fazem parte da infância e tendem a desaparecer com o crescimento, no entanto pode tratar-se de transtornos que são disfuncionais e causar sofrimento à criança ou adolescente. A identificação e tratamento dos transtornos de ansiedade ainda na fase inicial podem evitar dificuldades posteriores, nas áreas de aprendizado escolar, de relacionamento e, principalmente nos casos crônicos, a possibilidade de problemas dessa ordem na vida adulta.

Em adultos, crianças ou adolescentes, podemos avaliar e diferenciar ansiedade normal de ansiedade patológica constatando se a reação ansiosa é de curta duração e adequada. Caso não preencha esses critérios, a ansiedade poderá ser descrita como patológica. Por ser exagerada ou desproporcional essa ansiedade acaba por interferir na qualidade de vida, no desempenho diário do paciente ou no seu conforto emocional.

A Terapia Cognitivo Comportamental possui protocolos específicos para Transtornos Ansiosos. Nos casos de atendimento a crianças e adolescentes o tratamento pode incluir ainda intervenções familiares e orientação aos pais.

Nas crianças, adolescentes ou adultos o Transtorno Ansioso apresenta um quadro de medo excessivo, preocupações ou sentimentos exagerados e injustificados. Muitas vezes estes pacientes necessitam em excesso, que lhes renovem a confiança, que os tranquilizem, principalmente as crianças. Sudorese, tensão muscular, dificuldade em relaxar, respiração acelerada, palidez e vigilância aumentada são frequentes nesses casos.

Tratamento

A terapia cognitivo comportamental consiste em auxiliar o paciente durante as sessões individuais ou em grupo na busca por uma maneira de perceber suas reações emocionais, físicas e comportamentais e torná-las adequadas à situação, modificando assim as reações disfuncionais.

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