Dia e horário: Domingo, 2 de setembro das 09:00 às 13:00
Local: ITS
Facilitadora: Gisele Aguiar
Ingressos: R$ 80 – R$ 320
Inscrição: https://goo.gl/forms/amSKbGeQaObtqGrL2

O que é a lealdade sistêmica? Ao que ela nos conduz? Por que ela pode nos levar para o mais e para o menos? Já reparou que, muitas vezes, os destinos de membros familiares de gerações diferentes, em diferentes contextos, parecem se repetir? Interna e inconscientemente, temos algumas frases constantes: “Eu em seu lugar”; “Eu por você”; “Eu sigo você”…

Aparentemente, essas frases vêm carregadas de muito amor. E são demonstrações de amor sim, porém, AMOR CEGO! O amor é cego porque não vê o amor do outro por nós, apenas nosso amor pelo outro: um antepassado que pode ser o pai, a mãe, um avô, uma avó, um tio, uma tia… Repetimos sem termos a consciência do que estamos fazendo e, internamente, ficamos felizes por “estarmos honrando” nosso ente querido. Mas e essa pessoa a qual repetimos sua história, será que fica feliz, ao nos ver passar exatamente pela dor que ela passou? Essas dores podem ser de diferentes aspectos: perdas financeiras, uma doença e até mesmo padrões de relacionamentos afetivos de alguém de nosso sistema familiar…

Parece estranho dizer que o indivíduo fica feliz ao repetir a dor de alguém. Os racionais acham isso um absurdo. E, racionalmente falando, não há como aceitar, mas, quando colocamos isso em uma constelação, via de regra, é o que sempre constatamos, é o que se mostra: repetimos destinos difíceis com sorriso estampado no rosto. E como saber se estou repetindo histórias que não são minhas e que me levam para o menos? E como ser leal e honrar meus antepassados de um modo que nos leve para o mais? Tem solução?

Respostas a essas e outras questões serão respondidas por meio de vivências que faremos no próximo workshop de Constelação Familiar.

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